Economia brasileira no seu auge

/images/textoimagens/fullsize/1892.jpgUm estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas e pelo Institut for Economic Research revela que a economia brasileira encontra-se em pleno auge, tendo-se registado no ano passado desenvolvimentos positivos na procura interna bem como uma subida das vendas no sector imobiliário.

A indústria apresenta também sinais de recuperação. No mês de Setembro, a sua produção cresceu 0,8% em relação ao mês anterior, fechando um ciclo de nove meses consecutivos de crescimento.

O Governo brasileiro continua a implementar medidas para impulsionar a economia, nomeadamente a redução da carga fiscal e isenções fiscais para produtos industriais.

Investimentos previstos para os próximos anos no território brasileiro como a exploração de um novo jazigo petrolífero submarino e a construção/renovação dos estádios de futebol, para receber o Mundial da FIFA em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, vêm dar alento a estas perspectivas optimistas para o futuro económico do Brasil.

De acordo com a Petrobras, empresa energética brasileira, os investimentos na exploração de petróleo vão superar os 40.000 milhões de dólares, até 2013. Calcula-se que os custos associados à construção e renovação dos estádios de futebol vão ascender aos 3.280 milhões de dólares, enquanto que os investimentos públicos e privados destinados aos Jogos Olímpicos vão situar-se nos 16.600 milhões de dólares, estando previsto um incremento da entrada de capital estrangeiro. O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima para 2010 um crescimento de 3,5% no PIB brasileiro.

Estes aspectos da economia brasileira foram case-study pela revista The Economist, em Novembro de 2009, num artigo alargado cujo título era "Brasil takes off".

Chile ainda mais sólido

Enquanto o Brasil anda pelas bocas do mundo, o Chile firma a sua posição como a quinta economia mais importante da América Latina.

Reconhecido como um dos países da região com pilares macroeconómicos mais sólidos, com uma envolvente atractiva para o investimento, alto nível de transparência e uma rígida disciplina fiscal.

A crise económica obrigou a três trimestres consecutivos de contracção. Contudo, dados recentes apontam para uma recuperação impulsionada pelo aumento do consumo público e um maior investimento.

O Governo chileno lançou um pacote de estímulos de 4.000 milhões de euros, com vista a promover o investimento público em infra-estruturas e fornecer subsídios e descontos fiscais para atenuar o impacto da crise financeira global. O FMI prevê o crescimento do PIB do Chile até 4% em 2010.




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